Troféu melhor fêmea criada em Portugal Em 1991, Lilianne Raucoules, sócia fundadora do Boxer Club de Portugal, decidiu criar extraconcurso um troféu a ser disputado todos os anos na Monográfica Nacional, que designou inicialmente de ''Ain de la Vallée d'Oulja'' em honra de uma das três campeãs da ninhada ''A'', criada na década de 70. Passando posteriormente a ser designado apenas pelo seu afixo, ''Troféu de la Vallée d'Oulja'' com o objetivo de premiar a melhor fêmea criada em Portugal. Esse troféu tinha um regulamento muito particular, o exemplar apenas obtinha em definitivo depois de o conquistar por três ocasiões. Esse troféu apenas foi conquistado ao fim de 23 anos! Num breve resumo, apresentamos todos aqueles que o ambicionaram ganhar; 1991 – Inka de Chipema Terminado este troféu, o sócio Sérgio Franquinho decidiu dar continuidade ao troféu que premeia a melhor fêmea criada em portugal, com algumas alterações no seu regulamento, tendo em 2015 passado a ser denominado Troféu Casa Frankinho. 2015 – Starlight do Vale do Lethes Novamente terminado este troféu, em homenagem a uma cadela sua criação, Paulo Fernandes dicidiu dar continuidade patrocinando este troféu, passando este a ser denominado Troféu Bat d'Anteikan. Troféu Bat d’Anteikan Terminado este ciclo, a direção do Boxer Club decidiu manter este troféu ativo em homenagem à sócia fundadora Lilianne Raucoules, pessoa que deu origem ao troféu da melhor fêmea criada em portugal, criadora com o afixo de la Vallée d'Oulja e ficará para sempre marcada na história do Boxer Club de Portugal. Passando a ser denominado Troféu Lilian Raucoules, mantendo-se a sua disputa todos os anos na monográfica nacional. Troféu Lilian Raucoules 2026 - ... |
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